segunda-feira, 20 de agosto de 2012

HERBALIFE Resultados Financeiros - Performance Mundial e Brasil


Aos Membros da Equipe de Presidentes e futuros:


a) Performance Mundial


A empresa registrou 19,2% de aumento nas vendas líquidas em dólares do primeiro semestre em comparação ao mesmo período de 2011.

“O sucesso de nosso negócio continuou ao longo do segundo trimestre, com vendas fortes em todas as regiões onde atuamos e faturamento recorde. O nosso sucesso vem do engajamento dos Distribuidores Independentes e dos nossos produtos, importantes aliados para endereçar duas mega tendências globais da obesidade e aumento da expectativa de vida da população. Esses fatores garantirão nosso crescimento futuro”, afirmou Michael O. Johnson, Presidente Mundial do Conselho e CEO da Herbalife.


 b) Performance Brasil
 A Herbalife apresentou aumento de 20,1% em vendas líquidas em Reais no primeiro semestre do ano, em comparação ao mesmo período do ano passado.  A companhia manteve a tendência de crescimento de dois dígitos, acima da média do setor de venda direta, devido ao engajamento dos Distribuidores Independentes e a adoção com sucesso dos métodos de operação que estimulam o consumo diário dos produtos. Considerando apenas o 2º trimestre de 2012, as Vendas cresceram 15,2% em Reais e 6% em Pontos de Volume, comparados ao mesmo período de 2011.
A Herbalife segue investindo em fortalecimento da marca e melhoria do nível de serviços ao Distribuidor, tais como cinco novas filiais regionais, aumento do número de funcionários e tecnologia de ponta em Sistemas e equipamentos de produção e rastreabilidade. Temos confiança que esses fatores, associados a um maior foco na sustentabilidade do negócio com Produtividade dos Supervisores, Atividade de Pedidos e Crescimento de Novos Supervisores (PAC), darão novo impulso a Herbalife no Brasil.

 Parabenizamos à liderança e equipe de Distribuidores Herbalife pelo excelente crescimento.
 Gioji Okuhar

domingo, 19 de agosto de 2012

HERBALIFE NAS OLIMPÍADAS DE LONDRES 2012


Herbalife patrocina atletas brasileiras de remo e saltos ornamentais que estarão em Londres

http://www.revistafator.com.br/imagens/fotos2/herbalife_atletas


É a primeira vez que a empresa investe nessas modalidades.

A Herbalife, empresa global de nutrição e vendas diretas, continua sua história de sucesso em patrocínio esportivo e, pela primeira vez, patrocina duas atletas brasileiras de classe mundial nas modalidades Remo e Saltos Ornamentais. Ambas representarão o Brasil em Londres.

No Remo, a atleta Kissya Cataldo, que compete na categoria skiff simples, recentemente fez o melhor tempo de uma brasileira em Copa do Mundo da modalidade. Será a primeira vez que Kissya representará o Brasil numa competição desse porte. A atleta coleciona oito medalhas sulamericanas (uma de ouro, três de prata e quatro de bronze) e duas finais panamericanas (Rio de Janeiro em 2007 e Guadalajara em 2011).

Segundo a atleta, “os produtos Herbalife me ajudam a ter uma vida mais saudável e a estar sempre bem nutrida”. Kissya consome os produtos Herbalife há cerca de sete anos e conquistou a vaga para Londres ao bater a campeã mundial da modalidade, Fabiana Beltrame, em seletiva nacional realizada no último mês de dezembro.
Em Saltos Ornamentais, a atleta Juliana Veloso participará pela quarta vez dos jogos, após ter competido em Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008. Ela competirá na prova de trampolim de 3 metros e será a única mulher a representar o Brasil na modalidade. A relação de Juliana com os produtos Herbalife existe há três anos e foi importante para a recuperação da atleta em um momento crucial. “Com a gravidez, engordei 32kg e tive de me afastar das atividades esportivas. Com muita persistência, exercícios físicos e o auxílio dos produtos Herbalife, recuperei a forma e representarei o Brasil mais uma vez”, afirma a atleta.

Juliana já venceu mais de dez títulos nacionais e tem três medalhas panamericanas (prata e bronze em 2003 em Santo Domingo e bronze no Rio de Janeiro, em 2007).

O patrocínio da empresa a essas atletas é nutricional. Ambas contam com a consultoria da empresa e seus produtos de ponta em nutrição para contribuir com sua performance.
“A Herbalife patrocina grandes equipes e atletas no mundo todo e chegou a vez de ampliarmos nossa atuação com duas atletas de destaque em suas respectivas modalidades. É mais uma demonstração do nosso compromisso com a saúde e a vida saudável”, afirma Jordan Rizetto, diretor de Marketing e Branding da Herbalife no Brasil.

Este ano, a Herbalife patrocinará cerca de 40 atletas de todo o mundo em Londres.
A Herbalife comercializa em outros países produtos específicos para atletas. Porém, não estão disponíveis para venda no Brasil.

Perfil - Herbalife Ltd. (NYSE:HLF) é uma empresa global de nutrição que comercializa produtos de controle de peso, nutrição e cuidados pessoais para um estilo de vida saudável. Os produtos Herbalife são vendidos em 83 países por meio de uma rede de distribuidores independentes. A companhia mantem a Herbalife Family Foundation e o programa Casa Herbalife que oferece cuidados nutricionais para crianças em situação de risco social. No siteHerbalife.com.br são disponibilizadas informações complementares sobre a companhia e produtos e no site http://ir.Herbalife.com, pode-se ter acesso a indicadores financeiros. A Herbalife incentiva que os investidores acessem periodicamente os sites.

sábado, 18 de agosto de 2012

Agrotóxico: os 10 alimentos mais perigosos


Um estudo divulgado esse ano pela ANVISA  (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) colocou esses alimentos entre os mais perigosos para o consumo, por terem grande chance de sofrer contaminação excessiva ou uso errôneo de agrotóxicos. Aqui está, em ordem do mais perigoso para o menos, a lista dos top 10: pimentão (80,0%)uva (56,40%)pepino (54,80%)morango (50,80%)couve (44,20%)abacaxi (44,10%)mamão (38,80%)alface (38,40%)tomate (32,60%) beterraba (32,00%).
Da ANVISA, sobre os resultados do relatório :
…chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan , de cebola e cenoura contaminados com acefato  e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós . Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil. De acordo com Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”. (grifo nosso)
A tabela a seguir mostra os resultados da pesquisa, que analisou amostras de 20 tipos de vegetais. Em 15 delas, encontrou agrotóxicos usados de forma irregular. A 1ª coluna mostra o número de amostras analisadas por alimento. Em seguida, na coluna ‘Não autorizados para cultura’, aparece o número absoluto e percentual das amostras onde aparece o uso irregular de agrotóxicos. No mesmo formato, a 3ª coluna ‘Acima do limite máximo de resíduo’ destaca as amostras que continham quantidades de agrotóxicos permitidos, mas além dos limites seguros. A 4ª coluna mostra a intersecção das amostras que se encaixam nas duas categorias. E, finalmente, a última coluna, mostra a chance de contaminação do alimento de acordo com a soma das modalidades anteriores. Os 5 alimentos que têm chance de contaminação abaixo de 10% estão marcados em verde água (de novo, o colorido é nosso). É um panorama nada animador, pois essa lista contém boa parte dos vegetais que, até mesmo por razões de saúde, somos incentivados a consumir.
 
A alternativa eficaz para evitar pesticidas é consumir orgânicos. Mas nem sempre isso é possível – já que esses vegetais costumam ser mais caros e não são encontrados em quantidade suficiente em todas as cidades. Por isso, uma solução intermediária é tentar eliminar os resíduos de agrotóxicos, quando possível. A nutricionista Cláudia Cardim, coordenadora do curso de nutrição da Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro, dá as dicas para isso.
  • No caso de alimentos de origem animal (que podem ter sido contaminados pelos agrotóxicos pela água ou pela comida), retire a gordura aparente, pois algumas dessas substâncias são armazenadas no tecido gorduroso
  • Lave frutas e verduras em água corrente por pelo menos um minuto, esfregando com uma esponja ou escova
  • Tire as folhas externas das verduras e descasque as frutas, pois essas partes concentram mais agrotóxico
  • Diversifique os vegetais consumidos no dia a dia, pois isso reduz a ingestão de quantidades maiores de um mesmo agrotóxico
  • Como alguns pesticidas podem ser utilizados na fase final da maturação do alimento, reduza o risco comprando frutas e legumes mais verdes, e espere alguns dias antes de consumi-los.

Pimentão: no Brasil, vilão do agrotóxico - foto: Tamara Dunn
Pimentão: no Brasil, vilão do agrotóxico - foto: Tamara Dunn

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

DIETA DO SHAKE PRONTO


OS SHAKES DE ÚLTIMA GERAÇÃO ESTÃO MAIS NUTRITIVOS, GOSTOSOS E ENRIQUECIDOS COM SUBSTÂNCIAS ANTIOXIDANTES. E, A CIÊNCIA PROVA, ELES DÃO AQUELA FORÇA NA PERDA DE PESO



Shake é tudo de bom

Os shakes em pó não estão sozinhos: vêm acompanhados de barras de cereais, shakes prontos para beber e até suplementos vitamínicos. Algumas marcas foram além: incluíram na composição dos produtos substâncias funcionais e prometem aumentar o pique, acelerar o metabolismo ou combater os radicais livres. Para completar o pacote – e garantir bons resultados –, também estão ensinando tintim por tintim como incluir esses produtos no cardápio. Você disca para o serviço de atendimento ao consumidor ou navega no site da empresa para obter informações sobre as refeições que podem ser substituídas pelo pó, por exemplo.


Mas, desde já, esqueça a idéia de usá-los de manhã à noite na tentativa de emagrecer a jato. “Trocar todas as refeições só pelos shakes faz perder peso mais rapido, mas a maior parte do que é eliminado consiste em água e músculos, não em gordura”, explica a nutricionista Juliana Capatto, da Clínica de Endocrinologia Filippo Pedrinola. E como ninguém aguenta ficar por muito tempo sem mastigar no almoço e no jantar, quando voltar a comer normalmente corre o risco de engordar tudo de novo.

“A vantagem desses produtos é que são equilibrados, garantindo os nutrientes essenciais ao organismo, além de permitir um maior controle na ingestão de calorias”, diz o nutrólogo Mauro Fisberg. A gente sabe o valor calórico exato do shake ou da barrinha e, ainda, tem uma sensação de saciedade maior, chegando na refeição seguinte sem tanta fome.

No início da dieta, a indicação é trocar no máximo duas refeições pelos substitutos – uma pequena (café da manhã ou lanche) e outra grande (almoço ou jantar). Preocupada se vai aguentar ficar sem mastigar nada? Relaxe! Você pode e deve, especialmente nas refeições principais, combinar o shake com frutas, uma salada verde ou uma sopa leve, suprindo a necessidade e o prazer de comer algo sólido, salgado e quentinho.

Numa segunda etapa, após queimar os quilinhos extras, os produtos devem substituir apenas uma refeição pequena. Mas, de novo, não é para abusar. O ideal é que, nessa fase, você já tenha aprendido a se alimentar corretamente, nos horários certos e de maneira equilibrada, deixando os substitutos para os dias em que não tem tempo para comer com calma ou precisa sair de casa sem o café da manhã. “Esses produtos devem funcionar como coadjuvantes na perda de peso e, ao mesmo tempo, como uma ferramenta para criar hábitos alimentares saudáveis”, diz a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição, que elaborou, em parceria com a nutricionista Mônica Cristina Campos, o cardápio da dieta. Ele mostra as refeições ideais para encaixar os shakes e as barrinhas, ajudando você a controlar melhor o apetite, aprender a comer de maneira saudável e perder os quilinhos que estão sobrando.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

OS 10 PIORES ALIMENTOS




A pesquisadora Michelle Schoffro Cook, desenvolveu uma lista com o ranking das comidas e bebidas consideradas as mais perigosas de todos os tempos

A pesquisadora Michelle Schoffro Cook, da Sociedade Internacional de Medicina Ortomolecular (Canadá), desenvolveu uma lista com o ranking das comidas e bebidas consideradas as mais perigosas de todos os tempos. Fique atento e confira!


Fotos: shutterstock; divulgação.



é a quantidade a mais de antioxidantes apresentada por frutas e vegetais cultivados sem agrotóxicos. Já os leites orgânicos apresentam até 90% a mais de antioxidantes quando comparados aos convencionais

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

POR QUE RAZÃO O MARKETING MULTINÍVEL ESTÁ POSICIONADO PARA ONDUZIR A PRÓXIMA MAIOR POTÊNCIA ECONÔMICA


Uma entrevista com Paul Zane Pilzer.

Artigo publicado na Revista Network Marketing LifeStyles.
The Next Trillion 

Por JOHN MILTON FOGG


Um terremoto está para chegar. De fato, os seus primeiros tremores já começaram. As fundações econômicas estão perceptivelmente a tremer; há rachaduras finíssimas a alastrar ao longo das paredes de estuque dos nossos hábitos domésticos de consumo; os quadros perfeitamente emoldurados da atual realidade fiscal estão começando a cair dessas paredes. Parece que vai atingir 8 graus (ou mais), na escala econômica de Richter e só um homem parece ser capaz de ouvi-lo chegar.
Todas as gerações, entre milhares de comentadores sociais brilhantes ou meramente inteligentes, produzem um ou dois visionários, com visões espetaculares, capazes de ultrapassar os limites da sua própria especialidade e irromper por entre todas as disciplinas. Temos os nossos Benjamin Franklins, os nossos Buckminster Fullers e… Paul Zane Pilzer, o homem que capta as mudanças sísmicas na nossa economia.
O Sr. Pilzer prontamente assume que não tem qualquer bola de cristal: tudo se encontra nas informações. Contudo, o autor por três vezes “best-seller” do New York Times e assessor econômico de duas administrações presidenciais, tem uma habilidade extraordinária para reunir uma grande quantidade de fatos e números e daí retirar um significado relevante. As suas visões extraordinárias têm atraído, há mais de uma década, as atenções dos distribuidores de Marketing Multinível.
Agora, ele está de volta com uma nova mensagem: estamos testemunhando o nascimento explosivo de uma nova indústria de um trilhão de dólares e os distribuidores por todo o mundo estão posicionados para estarem na vanguarda dessa explosão.
Após dois séculos de oportunidade econômica para os pioneiros da fabricação, entra-se agora na era da distribuição. Atualmente, quem vai ter a maior oportunidade de riqueza são aqueles que concordam com o que o Sr. Pilzer chama de “distribuição intelectual”. O mesmo conceito que descreve o Marketing Multinível.

NML: O Sr. Pilzer foi o primeiro economista de renome a pronunciar-se favoravelmente sobre o Marketing Multinível. O que é que de início lhe chamou a atenção para este negócio?


Acho que seria mais exato dizer que foi o negócio que me encontrou. Tudo começou com o meu livro escrito em 1990, “Riqueza Ilimitada”, que analisava os diferentes setores da nossa economia e projetava algumas mudanças interessantes para o ano 2000.
Nos anos 70 e 80, disseram-nos: “O que está errado com a América é que nós não fazemos as coisas”. Então, os jovens inteligentes daquela época começaram a fazer as coisas. De fato, fizeram-nas tão bem que reestruturaram completamente a economia a varejo, ao converterem todas as matérias-primas caras em plásticos e o trabalho em processos de fabricação automatizados e flexíveis. Tomemos, por exemplo, um produto de 300 dólares. Pode ser qualquer coisa: uma televisão, uma máquina fotográfica, um vestido. Nos anos 60, os custos de fabricação deste produto eram de 150 dólares. Cerca de 50 % do custo deste produto estava na fabricação e os restantes 50 % na distribuição. Por volta dos anos 90, o mesmo produto continuava a ser vendido por 300 dólares, mas com muito melhor qualidade geral apesar do custo de fabricação ter caído de 150 para 15 ou 20 dólares!!! Agora 80 a 85% do custo dos produtos estava na distribuição e apenas 15 a 20% na fabricação.
Em 1990, no livro “Riqueza Ilimitada”, eu explicava que as maiores oportunidades de riqueza já não residiam na fabricação mas sim na distribuição. E o livro previa que isto continuaria, pelo menos, durante a próxima década. Por essa razão, as pessoas mais ricas do mundo em 1990 eram aquelas que tinham encontrado melhores maneiras de distribuir produtos e não melhores maneiras de fabricar produtos.

NML: Pode-nos dar alguns exemplos dessas “pessoas mais ricas”, que fizeram fortuna a partir da distribuição?
Em 1961, Sam Walton fundou uma empresa que se comprometeu a nunca fazer a sua própria marca e a divulgar unicamente produtos de outras marcas. Por volta de 1990, não só o Walmart era o maior varejista do mundo, mas Sam Walton era também a pessoa mais rica – um homem que venceu na vida ao distribuir os produtos de outras pessoas. (A propósito, Sam Walton tinha em alto conceito “Riqueza Ilimitada” e apoiou enfaticamente o livro).
Em 1990, Fred Smith foi considerado o empresário de uma companhia aérea com mais êxito. Em 1976, tinha fundado uma companhia aérea com uma frota própria de aviões e pilotos, no entanto, não transportava pessoas! O único objetivo da Federal Express era transportar mercadorias – distribuição – uma idéia inaudita em 1976.
Ross Perot foi uma das pessoas mais ricas do mundo em 1990. Fundou uma empresa de computadores no valor de 3,5 bilhões de dólares, que nem fazia software nem hardware. O que é que fazia o EDS? Distribuía o software e hardware de outras pessoas.

NML: De que maneira as suas observações sobre riqueza e distribuição chamaram a atenção dos distribuidores de Multiníveis?
Nesse ano, participei por três vezes no programa “Larry King Live”. Estava explicando o livro num desses programas e um indivíduo distribuidor de uma companhia de marketing multinível estava por acaso vendo o programa. Ele, um Executivo Sênior altamente graduado na sua companhia, chamou a atenção do mais graduado Executivo Sênior para o programa. Estes e muitos dos seus colaboradores leram o livro e disseram: “Olha, aqui está uma análise econômica do porquê do funcionamento do nosso negócio. Este cara não faz idéia do que é o Marketing Multinível, mas sabe por que razão funciona!”
Eu não fazia idéia do que era a companhia. Nem sequer sabia o que era o Marketing Multinível. Não estava tentando promover nada, talvez a razão pela qual a minha pesquisa tenha sido tão bem sucedida. Estava apenas utilizando informações empíricas e analisando a distribuição na América e no mundo. Os colaboradores desta companhia decidiram convidar-me como orador para lhes explicar o que eu tinha falado no “Larry King Live”. Foi assim que tudo começou.

NML: Isso foi há mais de uma década e desde então tem sido uma referência para todos os distribuidores de multiníveis. Obviamente o seu pensamento não parou de evoluir. O que é que tem acontecido nos últimos 10 anos?
Modifiquei bastante a minha perspectiva. Em 1990, as oportunidades ainda se baseavam na distribuição física dos produtos. Desde então, temos assistido a uma mudança drástica. No meu novo livro, “O Próximo Trilhão”, divido a distribuição em duas funções: física e intelectual.
A distribuição física significa levar o produto ao consumidor – produtos que o consumidor já sabe que quer. O Walmart é assim: sabemos exatamente aquilo que queremos quando vamos ao Walmart: entramos, escolhemos e saimos da loja. Não aprendemos lá nada de novo.
A distribuição intelectual ocorre quando aprendemos algo sobre um novo produto ou serviço que não sabíamos que existia. Até 1990, as grandes oportunidades para fazer fortunas com a distribuição, as oportunidades dos Fred Smiths; Ross Perots e Sam Waltons, residiam na distribuição física. Hoje, as grandes oportunidades estão na distribuição intelectual.

NML: Por exemplo …?
Em 1999, um homem de negócios foi reconhecido pela revista Time como o homem do ano (fato especialmente significativo, visto ser muito raro um homem de negócios ganhar essa distinção). De quem se tratava? Jeff Bezos, que revolucionou a distribuição de livros com a amazon.com.
Agora, vejamos mais em pormenor: Jeff Bezos está realmente no negócio da distribuição intelectual. Uma pessoa não assina a amazon.com só para receber o livro fisicamente; assina para aprender sobre o livro. Lê as várias críticas; vê outros livros dentro da mesma categoria e pode mesmo consultar o site só para descobrir se existe algum livro relativo a um determinado assunto.
Na verdade, o grande crescimento da distribuição física, que eu descrevi na “Riqueza Ilimitada”, já se verificou. As fortunas que tinham de ser feitas já o foram na grande maioria. As fortunas que serão feitas no novo milênio – pelo menos na primeira década do novo milénio – serão mais de distribuição intelectual: educar os consumidores sobre produtos e serviços que irão melhorar as suas vidas e de cuja existência eles nem sequer sabem.

NML: Porque é que é aí que estão as verdadeiras oportunidades hoje em dia?
Porque é esse precisamente o principal entrave. Houve uma altura em que os dois aspectos da distribuição – o físico e o intelectual – estavam normalmente associados debaixo do mesmo teto. Isso já não acontece.
Se tiver a minha idade, ainda se deve lembrar das primeiras vezes que entrou numa loja e pensou consigo: “Meu Deus, sei mais sobre este produto do que o empregado que está a vendê-lo!” Há 25 anos atrás, isso era chocante. Quem é que pensava em abrir uma loja em que o empregado não soubesse nada sobre o produto?
Atualmente, isso é universalmente aceito. Hoje em dia, espera-se que o consumidor conheça o produto. Existem ainda alguns varejistas de especialidade, como é o caso da Nordstrom. Mas, no geral, os varejistas abandonaram por completo a função tradicional de ensinar as pessoas sobre os produtos. Em vez disso, focaram-se na função de entregar o produto de forma eficiente e barata.
Vá a um stand de automóveis e fale com o vendedor: será que aquele vendedor possui o carro de que estão falando? Provavelmente não. Vá a uma loja de eletrônicos: quantas vezes encontra um vendedor que possua realmente o produto que está pensando em comprar – ou que tenha sequer possibilidades de ter um? Raramente. O negócio daquelas pessoas é mostrar-lhe a prateleira onde pode encontrar o produto. Não estão ali para lhe ensinar o que é.

NML: Então, onde é que aprendemos atualmente?
Esse é o problema. Atualmente, o ritmo da mudança tecnológica está acelerando rapidamente, independentemente da indústria. Quando aprendemos sobre um produto e estamos prontos para comprá-lo, sabe o que acontece? Já existe um melhor! Onde é que aprendemos sobre este último? Em lugar nenhum. É isso que está faltando. É esse o entrave na nossa economia. Fale com qualquer fabricante e ele vai dizer-lhe: “Estamos vendendo os modelos A, B, C, e D; o modelo novo, o F, é sete vezes melhor, até está com melhor preço, mas ninguém o compra ainda!” Por que razão? Porque ainda não sabem nada sobre ele. A isto chama-se “backlog”.
Eu constatei isso quando desenvolvemos um software educacional no início dos anos 90: ali estava um produto que podia mudar radicalmente a vida de uma criança, mas tornava-se mais caro informar as pessoas sobre o produto do que produzi-lo. Até encontrarmos uma empresa de marketing multinível no decorrer dos anos 90, estávamos bastante adormecidos: tínhamos novos produtos espetaculares, mas não tínhamos maneira de informar o consumidor da sua existência.

NML: De que maneira o Marketing Multinível, ao fazer isso, contrasta com as formas de marketing mais tradicionais, como é o caso da publicidade ou outros canais de massa?
Marketing Multinível, atualmente, é quase no seu todo distribuição intelectual. Quando um distribuidor de Multinível discute um produto com o consumidor, não entrega pessoalmente esse produto. Pode servir-se dos Correios ou de qualquer outro serviço de entrega para que o produto chegue ao consumidor.
Ainda mais fascinante é o fato de atualmente o Marketing Multinível ser feito tipicamente pessoa a pessoa por alguém que também é utilizador do produto. Ao contrário do vendedor de automóveis, de eletrônicos ou de vestuário, o distribuidor de Multinível é um utilizador experimentado, conhecedor e entusiasmado com o produto que lhe está sendo solicitado.
As empresas que prosperam no Marketing Multinível vão centrar-se quase por completo na distribuição intelectual, ensinando as pessoas acerca de novos produtos e serviços que irão melhorar as suas vidas. Aquelas que realmente vão distinguir-se terão algum tipo de tecnologia única e própria. E não apenas única, mas eficaz – melhor do que qualquer outra existente.

NML: Portanto, observou o impacto da oportunidade passar da fabricação para a distribuição física e agora para a distribuição intelectual. Em que mais aspectos mudou a sua maneira de pensar? Qual é o tema principal do “Próximo Trilhão”?
Comecei por focar-me nas grandes necessidades da América, o que me encaminhou para algumas direções surpreendentes. As pessoas pensam nas suas necessidades de uma maneira muito mundana: “Preciso de um vestido novo que não me faça parecer gorda”, ou “Preciso de um carro que gaste menos”. Eu olhei para a situação a um nível mais abrangente: temos necessidades mais fundamentais, como comer, dormir, ser saudável, ter instrução. Enquanto estudava cuidadosamente as condições atuais, descobri que a maior necessidade da América, hoje em dia, é o bem-estar.

NML: Pode definir “bem-estar”?
Eu defino “bem-estar” em termos do dinheiro gasto para nos sentirmos mais saudáveis, …. Para nos fazer sentir mais fortes; para nos fazer ver melhor; para nos fazer ouvir melhor. Enfim, para combater aquilo a que poderíamos chamar os sintomas do envelhecimento.

NML: Porque lhe chama o “próximo” trilhão?
No ano2000, a indústria do bem-estar na América já ascendia a 200 bilhões de dólares; cerca de metade disso corresponde a 24 bilhões gastos em clubes de fitness, mais 70 bilhões gastos em vitaminas e minerais. Estes 200 bilhões, há dez anos atrás, eram apenas uma miragem.

NML: Quem está gastando esse dinheiro ?
Na sua grande maioria, os Baby Boomers: pessoas prósperas com idades compreendidas entre os 35 e os 55 anos. Os Baby Boomers são uma força econômica poderosa e todo o mercado de compra e venda sabe disso. Representam apenas 28% da nossa população mas, a nível econômico, representam quase 70%.
Os Baby Boomers são a primeira geração que conhecemos, ao longo da história de que há registro, que se recusa a aceitar o processo de envelhecimento. Este aspecto é fascinante do ponto de vista do marketing. Repare nos carros que eles compram: são estilo “retro”, desenhados para fazer com que eles se sintam nos tempos do liceu. Repare nas roupas que eles compram: também são “retro” – parecem as roupas que eles queriam ter comprado mas não podiam quando andavam no liceu.
Até agora, a intenção de marketing relativa ao Baby Boomer tinha andado à volta de como fazê-lo sentir-se mais jovem, como ajudá-lo a relembrar o que era ser jovem. Agora, avançou um passo. Hoje, os Boomers estão a começar a comprar coisas que, de facto, os tornam mais jovens!
Isto está apenas começando. A maioria das pessoas nem sequer sabe que existe este tipo de produtos. Quando o resto deste grupo dos 50% do poder de compra aprender sobre bem-estar, o setor vai explodir. Já passou de virtualmente 0 em 1990 para 200 bilhões nos dias de hoje. É fácil de ver que estes 200 bilhões vão se transformar num trilhão – ou mais – por volta do ano 2010.

NML: Tem reações das pessoas, do tipo: “O quê… um trilhão de dólares?”
Sim, todos os dias. Mas veja a coisaem perspectiva. O primeiro computador da IBM surgiu em 1981 e, em 1990, as vendas de computadores excederam as vendas de automóveis. Ninguém sabia o que era a Internet em 1990 e os consumidores só foram autorizados a aceder à Internet com as suas próprias contas e endereços eletrônicos privados em 1995. Em2000, a esmagadora maioria da nova riqueza e dos novos milionários deste país estavam sendo criados pela Internet. Dada a rapidez com que estas novas indústrias crescem, um trilhão de dólares em bem-estar por altura do ano 2010 começa a parecer uma previsão conservadora.

NML: Será que a necessidade da distribuição intelectual se aplica à indústria do bem-estar ?
Completamente. Por definição, todo o bem-estar é nova tecnologia. Não existe virtualmente nenhum lugar onde se possa aprender sobre isso. Se for a uma clínica convencional de perda de peso, eles estão empenhados em vender-lhe os seus próprios produtos alimentares processados. Não lhe dão quaisquer lições de bem-estar. A informação simplesmente não existe. Toda a investigação no negócio da medicina é sobre doenças. Para onde é que o consumidor se volta?
A única forma de aprender sobre bem-estar é através de alguém que nos esteja próximo e que já tenha tido uma experiência de bem-estar. Vemos o colega de quarto da faculdade e dizemos: “Meu Deus, João, está o máximo! Está com um ar tão saudável! O que é que você fez?” Tropeçamos numa experiência de bem-estar e começamos a descobrir que existe toda uma indústria de bem-estar, com todo o tipo de novos produtos e serviços.
Não se poderia ter acesso ao bem-estar há 10 ou 15 anos atrás, porque não existia qualquer indústria do bem-estar. A maior parte destes produtos e serviços estão saindo neste momento do laboratório. E quando olhamos para esses laboratórios e vemos o que está por vir, apercebemo-nos de que este negócio vai mesmo levantar vôo. De tudo aquilo em que eu tenho me envolvido, a indústria do bem-estar parece-me, neste momento, a mais entusiasmante.

NML: Qual é a ligação que vê entre o Marketing Multinível e esta revolução do bem-estar?
Tem basicamente a ver com a diferença entre aquilo a que eu chamo “ensinamento ativo” e “ensinamento passivo”. Os meios de publicidade convencionais não são eficazes em transmitir aquilo a que eles chamam informação “intelectualmente inovadora”, o que é um eufemismo para “idéias novas”.
Pense por um minuto na forma como vê televisão. Está bem confortável e relaxado no seu sofá e a última coisa que quer é ser confrontado com nova informação. De fato, quando realmente vemos algo que nos desafia, algo que está em desacordo com aquilo que sabemos ou pensamos que é verdadeiro, o que é que fazemos?

NML: Mudamos de canal…
Exato! A televisão é um meio muito passivo para se aprender e, por isso, não podemos utilizá-la realmente para ensinar novas idéias. O mesmo se passa com os jornais. Eu costumava escrever regularmente artigos de opinião para vários jornais, como o New York Times. Às vezes, estava numa festa entusiasmado com um artigo que eu tinha escrito e perguntava a um amigo: “Então, o que é que achou do meu artigo sobre este ou aquele assunto?”, e ele dizia-me: “Paul, eu não leio as suas coisas. Sou Democrata!” Geralmente, não lemos os artigos de opinião que nos desafiam. Só lemos aqueles que reforçam aquilo que já pensamos.
A maior parte das nossas fontes de informação tornou-se hoje em dia num meio passivo. Não gastamos o nosso tempo com elas para sermos desafiados. Quando realmente nos deparamos com uma coisa que nos desafia, mudamos de canal ou lemos outra coluna.
A única altura em que aprendemos ativamente, ou seja, em que começamos de fato a receber e a ter em conta informação nova, é quando estabelecemos um diálogo com alguém. Primeiro, a pessoa diz algo com que não concordamos. Aí, pensamos: “Oh, isso não é verdade.” Talvez não digamos nada por mera educação, mas a nossa cara reflete o nosso desacordo. Isso inicia um diálogo: ela acrescenta um pouco mais; nós respondemos e… gradualmente, o diálogo começa a alterar a nossa mente.
A informação correta sobre dieta, nutrição, vitaminas, minerais e suplementos é quase toda ao contrário daquilo que ouvimos da nossa comunidade médica. Para muita gente, vai completamente contra a maneira como fomos educados. Existe por aí tanta informação incorreta: as pessoas ficam condicionadas por ela. Quando ouvem pela primeira vez informação nova e boa, é normal que sejam céticas. A única forma de mudarem realmente o seu paradigma ou começarem a aprender nova informação, é pessoa a pessoa – visto estarem ativamente empenhadas numa conversa.
Isto não acontece do dia para a noite. Podem ser precisas três, quatro, cinco ou seis conversas com pessoas diferentes para mudarmos realmente a nossa opinião. É por isso que o bem-estar (que, para tanta gente, é tão obviamente uma informação que muda o paradigma) realmente funciona melhor num ambiente interativo de um para um, como é o caso do Marketing Multinível.

NML: O que é que prevê para a próxima década, Paul ?
Vejo uma indústria do bem-estar no valor de um trilião de dólares no ano de 2010.
Vejo grandes oportunidades para o Marketing Multinível e para os seus distribuidores.
Vejo certas empresas de Marketing Multinível a liderarem essa indústria, visto serem a maneira mais rápida de espalharem a nova informação.
Vejo grandes oportunidades para a indústria do Marketing Multinível, por ser atualmente o melhor veículo que temos, nos Estados Unidos e no mundo, para educar as pessoas sobre novos produtos e serviços. Existe uma grande janela de oportunidade, para as empresas de Marketing Multinível, para ensinarem os consumidores acerca de produtos e serviços do bem-estar.
Mas vejo também grandes desafios para as empresas de sucesso de Marketing Multinível, especialmente as envolvidas no bem-estar, à medida que a tecnologia for evoluindo. Estas empresas precisam ser flexíveis, para poderem manter-se à frente na nova tecnologia. Os melhores produtos e serviços de bem-estar de ontem podem não ser os melhores produtos e serviços de amanhã.
A indústria dos computadores pessoais é uma boa analogia: empresas inteiras surgiram e desapareceram porque fizeram, por exemplo, o melhor software para fax… até surgir alguém com um software para fax melhor; ou porque fizeram o melhor cartão para um monitor… até todos os computadores começarem a vir já com o cartão incorporado.
Muitos dos produtos que hoje são do Marketing Multinível vão passar para o varejo tradicional bastante depressa. Já se observa isso com a glucosamina e um grande número de outros suplementos: estão começando a entrar nos canais convencionais de varejo. Os distribuidores de Multiníveis, para permanecerem competitivos, vão ter de se manter à frente nas novas tecnologias.
Vejo esta indústria consolidando-se. Muitas das empresas mais pequenas de Marketing Multinível não terão dinheiro suficiente para a Pesquisa e Desenvolvimento de que necessitam para competirem com as novas tecnologias. Vejo fusão de empresas, bem como empresas a alargarem a sua gama de produtos. As empresas que puderem ir ao encontro de mais necessidades dos seus consumidores são as que terão mais sucesso.
Vejo verdadeiras experiências clínicas. Os produtos do negócio do bem-estar estão encaminhando-se para uma era de grande controle de qualidade. Atualmente, entre um terço a metade dos frascos que se encontram nas lojas não contêm o que está expresso nos rótulos, porque o negócio não está regulamentado. A empresa que tenha como único negócio o bem-estar tem muito mais a perder se cometer um erro: muitas vezes, tem melhor controle de qualidade. Em última análise, nenhuma das empresas de bem-estar de sucesso se pode dar ao luxo de ter um produto de má qualidade no mercado.

NML: Como rabino em part-time e alguém que é vegetariano (como afirma no seu livro, por razões espirituais), ficou bastante apaixonado pelo bem-estar, não acha?
Tornou-se uma espécie de missão para mim e creio que também o é para os distribuidores de Multiníveis.
Por muito que uma pessoa tenha em conta os benefícios financeiros e de estilo de vida deste negócio, nada é tão gratificante como modificar uma vida e as vidas de todas as pessoas que estão relacionadas com aquela vida. Se pudermos adicionar 5, 10 ou 15 anos à vida de alguém, pense nos filhos e na mulher ou no marido dessa pessoa. Há uma inter-relação maravilhosa entre todos nós no mundo hoje em dia, e quando podemos dar a alguém o dom do bem-estar, melhorar a qualidade da sua vida todos os dias ou mesmo prolongar essa vida, é realmente maravilhoso.
Mas não se engane: há uma crise, uma tendência de proporções epidémicas caminhando em direção oposta no resto da América. Neste momento, o Marketing Multinível, para mim, é a única força no horizonte capaz de efetuar este tipo de mudança enorme.

Paul Zane Pilzer é um mundialmente renomado economista, um multimilionário empreendedor de software, professor adjunto, assessor econômico de duas administrações presidenciais e autor de três best-sellers

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sábado, 11 de agosto de 2012

SETE DICAS PARA TORNAR SUA DIETA MAIS EMPOLGANTE


Usar a criatividade mantém a motivação e acelera a perda de peso.


Fazer uma reeducação alimentar costuma gerar uma sensação de privação para aqueles que seguem a dieta e as orientações do nutricionista à risca. Porém, a mudança de hábitos deve ser gradual, o que implica escolher melhor as refeições e não abdicar dos pequenos prazeres à mesa, só que tudo na quantidade certa. Mas a motivação também é essencial para atingir os resultados da dieta. 


Segundo uma pesquisa da Carnegie Mellon University publicada na revista Science, pessoas que se imaginam comendo algum alimento, como o chocolate, acabam ingerindo uma menor quantidade dele na hora de consumi-lo. Esses resultados comprovam que utilizar a imaginação ou a criatividade na hora de comer faz com que a dieta fique mais divertida, e as metas, por sua vez, mais fáceis de serem atingidas. 

Além disso, ao tornar o regime mais agradável, o comprometimento com a perda de peso aumenta e o objetivo é alcançado com maior facilidade. Saiba sete maneiras criativas para tornar a sua dieta ainda mais eficaz.

1. Programar um timer 


Se você "engole" toda a sua refeição em cinco minutos uma boa solução é contar com a ajuda de um timer (um contador de tempo). Marque 25 minutos no aparelho e se esforce para comer mais devagar, mastigando várias vezes e aproveitando o momento do café da manhã, almoço e jantar para saborear a comida, lembrar o quanto cada alimento é gostoso e, de quebra, favorecer a digestão. 

Além do timer, a nutricionista Daniela Cyrulin dá as seguintes dicas: conte as mastigadas, mastigue 20 vezes cada garfada. Procure comer acompanhando as outras pessoas da sua mesa. "Normalmente, quando comemos sozinho, comemos mais rápido para acabar logo", diz ela. Apoie os talheres na mesa após cada garfada. Só prepare a próxima garfada depois que já engoliu a anterior. Na hora da refeição, desligue a televisão e o computador ou qualquer aparelho que possa tirar a sua concentração. 

2. Explorar novos sabores 


Temperos, frutas exóticas, pratos novos. Experimente de tudo! Isso faz com que a dieta saia da rotina e continue fácil de segui-la. De acordo com a nutricionista chefe do Dieta e Saúde, Roberta Stella, em vez de pensar no que você não poderá comer, você deve pensar no que poderá! Novos sabores, texturas e muitos novos alimentos que não fazem parte da sua rotina alimentar poderão ser provados. A especialista afirma que dessa forma o seu paladar será estimulado, testado e você poderá contar sempre com novos alimentos para variar as suas refeições.

3. Criar recompensas 


O sistema de recompensas é como um jogo no qual, quando você atinge o seu objetivo, o seu esforço é valorizado. Com o regime, deve funcionar igual: você estipula várias metas, desde as mais simples e fáceis de alcançar até aquelas mais complicadas que requerem mais esforço e tempo, e ao atingir cada meta você estipula um tipo de recompensa para si mesmo. Um exemplo: quando você perde três quilos, você tem direito a fazer uma massagem corporal ou se dar de presente um jeans novo de tamanho menor. Só lembre-se de escolher presentinhos possíveis e que não vão estourar seu orçamento. "O sistema de recompensas é saudável, mas não recompensas ligadas à comida, senão você corre o risco de colocar tudo a perder", explica a nutricionista Daniela Cyrulin. O ideal é encaixar na dieta um pouco de tudo. Se você é chocólatra, por exemplo, permita-se um pedaço de chocolate ou de uma sobremesa para matar a vontade.  

4. Escolher pratos e copos bonitos e reduzir o tamanho deles 


Na hora de escolher pratos e copos muita gente acredita que tanto faz o modelo e que o importante é a durabilidade das louças. Entretanto, ao comprar um modelo mais bonito com alguma cor ou estampa da sua preferência, você torna a refeição mais agradável. Além disso, ao utilizar um prato de sobremesa em vez do de tamanho normal ou um copo menor para almoçar ou jantar, você diminui a ingestão de calorias e acaba comendo menos. Ao mesmo tempo, o prato vai aparentar estar cheio e o copo também, isso trará uma grande satisfação e até saciedade, mesmo com uma menor ingestão de alimentos e líquidos. 

5. Tirar fotos do antes e depois 


Sabia que as fotos podem ser grandes aliadas na perda de peso? Muitas pessoas costumam se motivar a iniciar uma reeducação alimentar ao se verem fora de forma em fotografias. E, a cada 15 dias, tirar uma foto e ver como anda a transformação do seu corpo pode te motivar ainda mais a continuar com a dieta e com os exercícios físicos. Mas, lembre-se: se você ficar tirando foto todos os dias o efeito pode ser negativo, e você vai sentir que não está perdendo peso. O espaço de 15 dias entre cada foto é fundamental para que você possa observar as mudanças no seu corpo a cada período. Uma boa tática que a especialista Daniela Cyrulin recomenda é: se você já pesou menos algum dia, espalhe pela casa, na porta da geladeira, dos armários da despensa, aquela sua foto com o corpo, que você adora. 

6. Criar um diário alimentar ou blog 


Escrever o que você anda fazendo e comendo no dia a dia diminui a ansiedade e traz resultados muito positivos para a dieta. No programa alimentar do Dieta e Saúde, comandado pela nutricionista Roberta Stella, os assinantes são estimulados a criarem blogs para compartilhar os desafios e sucessos da sua perda de peso. "Isso cria uma rede de relacionamentos de pessoas que estão focadas em um mesmo objetivo: perde peso, mudar os hábitos e tornar-se uma pessoa mais saudável", explica Roberta. 

Um comenta no blog do outro, estimulando, alertando e ajudando os seus companheiros de dieta na sua meta, fazendo do emagrecimento um processo mais estimulante. "Além disso, ao escrever sobre o que você consome ou quanto você malha, dá para verificar onde é que você está errando ou exagerando, contribuindo para uma perda de peso mais rápida", diz a nutricionista. 

7. Organizar a cozinha de maneira criativa e prática 


Arrumar a cozinha pode ser divertido e beneficiar (e muito!) a dieta, pois você pode escolher o que deixar à mão - os alimentos saudáveis - e esconder as tentações. Segundo a nutricionista Daniela Cyrulin, o primeiro passo é não ter em casa aquilo que você sabe que é difícil de resistir. E se tiver filhos ou morar com outras pessoas, peça para que guardem esses alimentos num local mais escondido, longe de seu campo de visão. Organize sua despensa e geladeira e deixe em seu campo de visão, os alimentos mais favoráveis a sua dieta. E o mais importante: tenha sempre ingredientes básicos à mão: nozes, frutas secas, frutas, queijos magros, iogurtes, barrinhas, adoçante, leite desnatado, carnes magras, atum em lata (light), arroz integral, grãos e cereais integrais.