sábado, 7 de julho de 2012

QUANTAS CALORIAS DEVO CONSUMIR?


Quando se faz o Programa de Controle de Peso da Herbalife, dizemos que você perde peso sem deixar de comer o que você gosta. Isso acontece porque você tem uma refeição principal livre e duas você deve substituir pelo Shake (isso no processo de redução).
Recomendamos que na refeição livre e nos lanches você mantenha um controle sobre as porções. Mas apresento aqui um texto que pode ajudar com relação às calorias. Segue mais um texto da Jennifer:
Perguntas Frequentes: Quantas Calorias Devo Consumir?
Fonte: http://weightloss.about.com/cs/nutrition101/l/blcalories.htm
Autora: Jennifer Scott
Tradutor: Emilio Mansur
P: Como saber quantas calorias eu posso consumir?
R: Para determinar aproximadamente suas necessidades calóricas, você pode facilmente descobrir seu Índice de Metabolismo Basal. Este é o número de calorias que seu corpo precisa para manter as funções básicas e seu peso atual. Você pode determinar sua IMB multiplicando seu peso atual (em libras) por 10. Por exemplo, se você pesa 180 libras, então comer 1800 calorias por dia seria sua IMB.

Nota do Mansur: para os padrões brasileiros (kg e cm), ficaria:
Homens: 66 + (13,7 x Peso) + (5,0 x Altura) – (6,8 x Idade)
Mulheres: 665 + (9,6 x Peso) + (1,8 x Altura) – (4,7 x Idade)
Mas, este cálculo não leva em consideração exercícios e seu nível de atividade. Por exemplo, se alguém que faz exercícios regularmente, pode precisar de mais calorias para manter sua taxa de manutenção, ou seja, seu IMB seria maior. Outros problemas seriam ainda a genética, idade e a quantidade de gordura corporal / músculo que também afeta as necessidades calóricas.
P: Como posso determinar minhas necessidades calóricas?
R: Uma forma fácil de lhe dar uma estimativa personalizada de suas necessidades calóricas é manter um registro de atividade e comida detalhado por uma ou duas semanas antes de entrar em uma dieta. Você pode providenciar um contador de calorias em qualquer livraria ou usar uma ferramenta contadora de calorias como a que está em The USDA National Nutrient Database.

Registre tudo o que você come e bebe todos os dias. Calcule suas calorias diariamente e registre seu peso no final de cada semana. Se o seu peso for o mesmo quando você começou, então você está em seu IMB. Se estiver mais pesado, então você está comendo além do que seu IMB. (Ambos cenários assumem que seu nível de atividade está consistente). Este é seu ponto de partida para você começar a cortar estas calorias que estão entrando.
Agora é hora de começar a planejar suas refeições com as calorias em mente. Trabalhando de forma a reduzir algumas centenas de calorias por vez será a forma mais fácil de diminuir sua entrada de calorias. Comece isso de forma indolor. Por exemplo, simplesmente substituir alguns copos de refrigerante que você toma normalmente irá economizar centenas de calorias.
P: Quando verei resultados?R: Qualquer déficit de calorias que você crie irá eventalmente lhe dar resultados. Como regra, temos que a cada 3.500 calorias equivale a uma libra (cerca de meio quilo). Por exemplo, se você comer 250 calorias a menos por dia do que  sua taxa de manutenção requer e fazer exercícios para queimar mais 250 calorias por dia, você irá perder cerca de uma libra por semana.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A IMPORTÂNCIA DO CÁLCIO NA NUTRIÇÃO


A Importância do Cálcio na Nutrição
Fonte: Revista Today #83, abril de 2005
Autor: Dr. Nataniel Viuniski – NAB Herbalife Brasil
O cálcio, além de ser o principal constituinte dos ossos, é um mineral fundamental para a manutenção de várias funções do organismo, como a contração muscular, coagulação do sangue, transmissão dos impulsos nervosos e secreção de hormônios. Ossos e dentes armazenam 99% do total de cálcio presente no corpo. O resto circula no sangue.
É necessário que os níveis sanguíneos de cálcio se mantenham em patamares seguros e específicos, para realizar suas funções. Se houver deficiência desse mineral na alimentação, o organismo terá que mobilizar suas reservas.
Os ossos funcionam como o grande reservatório de cálcio, além de sustentarem e protegerem o corpo. A falta de cálcio na dieta pode fazer com que o organismo retire-o dos ossos para manter seus níveis no sangue em equilíbrio.
Dietas deficientes em cálcio estão associadas ao rareamento e estreitamento do tecido ósseo, conhecido como osteoporose.
À medida que envelhecemos, é natural que os ossos se enfraqueçam. Logo, teoricamente, todos nós corremos o risco de desenvolver osteoporose. E determinados fatores podem acelerar este processo.
Após a menopausa, a chance de desenvolver osteoporose aumenta para quase todas as mulheres.
Certas características do estilo de vida, como hereditariedade ou fatores clínicos, podem aumentar ainda mais esse risco.

O fumo, o álcool e falta de atividade física também interferem negativamente na capacidade do corpo de manter ossos fortes e saudáveis.
As necessidades diárias de cálcio variam de pessoa para pessoa e em diferentes períodos da vida.
Atualmente o nível recomendado de cálcio na dieta de adultos é em torno de 1.000mg/dia.

Na criança saudável, as necessidades costumam ser bem atendidas com um consumo diário de cerca de 800mg de cálcio, que devem vir, exclusivamente, da alimentação.
No final da adolescência e no início da vida adulta, o ideal é que o consumo de cálcio seja em torno de 1.300mg/dia. Uma oferta extra de cálcio, ajuda  a aumentar a densidade do osso e protege contra perdas de massa óssea na terceira idade.

É preocupante a constatação de que nessa faixa etária, o consumo de leite e derivados venha diminuindo dando lugar ao consumo de refrigerantes.
Na gravidez e lactação, quantidades iguais ou maiores que 1.500mg/dia são necessárias para manter o equilíbrio correto. Em tais circunstâncias, as mães precisam aumentar o consumo de cálcio. Aqui, além da saúde da mulher, o cálcio é essencial para a formação do esqueleto do feto e para a produção de leite. Nestes períodos, se a dieta for pobre em cálcio, o uso de suplementos é recomendado.
No período pós-menopausa, além da maior necessidade, aparecem dificuldades na absorção desse nutriente e ofertas generosas como 2.000mg/dia estão sendo recomendadas pelos especialistas. A suplementação pode ser um meio de atingir as cotas recomendadas.
A ação da luz do sol sobre a pele converte uma substância química naturalmente presente no corpo em vitamina D ativa. Esta, por sua vez é transformada nos rins em Calcitrol, hormônio responsável pela absorção do cálcio no intestino.
A vitamina D é especialmente vital em períodos de baixa  ingestão de cálcio, já que ela aumenta a sua absorção no intestino. É importante lembrar que essa vitamina também deve ser mantida em quantidades normais no organismo, pois o seu consumo excessivo pode ser tóxico e resultar em uma perda acentuada de cálcio dos ossos. Além de banhos de sol em horários adequados, alimentos como ovos, fígado e leite enriquecido são boas fontes de vitamina D.
O leite e seus derivados, de preferência com baixos teores de gordura, são as melhores fontes de cálcio na alimentação. O cálcio desse grupo de alimentos se encontra prontamente disponível para a absorção. No grupo das carnes, as melhores fontes são as sardinhas e salmão. Vegetais verdes e de folhas largas como brócolis, couve, repolho e folhas de mostarda também são boas fontes de cálcio.
Novos estudos mostram que a importância do cálcio vai bem além dos ossos e das funções conhecidas.
Ele ajuda a diminuir a pressão sangüínea em hipertensos e melhora o perfil das gorduras no sangue. Essas melhoras poderiam reduzir as doenças cardíacas em 20 a 30%.
Um forte abraço
Dr. Nataniel Viuniski
MAB Herbalife Brasil